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DESEJA ABRIR UM E-COMMERCE? SAIBA AQUI OS PONTOS QUE MERECEM ATENÇÃO

 

Muitas optam por começar um e-commerce, porém, se esquecem de se atentar a detalhes importantes que envolvem o início do negócio virtual. Começar uma loja virtual é um processo fácil, mas é necessário cuidar dos procedimentos de regularização. Do contrário, você pode ser passado para trás, perder clientes ou até o próprio negócio para os órgãos regulamentadores.

Existem muitas formas de iniciar um e-commerce, mas é importante que você atenda a todos os detalhes abaixo para que tudo funcione corretamente. Nesse artigo, compilamos diversos procedimentos necessários para ter um e-commerce regularizado, passando desde a estrutura do site até a captação de clientes. Confira:

Abrir um e-commerce regularizado

1. Planejamento

O primeiro passo para começar qualquer tipo de empreendimento é se planejar. Analise o que você vai vender, para quem vai vender e de onde vai comprar. Nesse planejamento, que deve ser feito de forma escrita, inclua todas as questões do seu negócio, como estoque, público alvo, logística, mercado potencial, investimento e muito mais.

2. Identidade Visual

A aparência e estrutura do seu e-commerce são muito importantes. A identidade visual é a aparência do seu negócio, e ela deve ser atrativa o suficiente para que as pessoas se interessem pelo seu produto. Por isso, separe as cores, símbolos, imagens, fontes e o logotipo que você irá utilizar, e siga um padrão visual em toda criação relacionada a sua marca. É indispensável que esse trabalho seja feito por profissionais qualificados e experientes, logo que uma identidade visual mal feita pode arruinar o seu negócio.

3. Domínio

Esse é o endereço que levará as pessoas até sua loja virtual, o tal do www.seunome.com.br. O ideal é que ele seja o mesmo nome do seu e-commerce, curto e simples, para que as pessoas consigam lembrar e pronunciar facilmente. A memorização da sua empresa é a melhor garantia de divulgação. Além disso, ter um bom domínio também pode garantir um melhor posicionamento nos mecanismos de busca, como o Google. Porém, antes de tudo, verifique se o domínio que você deseja utilizar está disponível ou se alguma empresa já o comprou.

4. Plataforma

Já a plataforma de e-commerce é como a casa da sua loja, e a escolha dela irá guiar todo o futuro do seu e-commerce. Existem duas opções mais recomendadas: as Open Source e as plataformas alugadas. A Open Source é de código-aberto, permitindo que você customize tudo, desde o layout até as funções do seu site. Porém, não é recomendada para quem não possui conhecimentos em programação. Já as plataformas alugadas, exigem que você pague um valor para alugar, sem que você precise se preocupar com o código. Basta cadastrar os produtos e começar a vender!

5. Site responsivo

Atualmente, ter um site responsivo passou de um diferencial para uma necessidade. Segundo o Instituto Gartner, até 2020, mais de 26 bilhões de dispositivos estarão conectados, mas a projeção é ainda de 50 bilhões. Imagine então que o seu e-commerce precisa estar pronto para atender todos esses dispositivos. Sites responsivos são aqueles que adapta o layout para os diferentes aparelhos (smartphones, tablets, computadores etc). As pessoas compram de diferentes plataformas, até mesmo das Smart TVs, por isso você deve se atentar a isso. Dependendo da plataforma que você escolher, é possível que já tenha essa opção automaticamente.

6. Segurança

Sites com Certificado Digital (SSL) passam mais segurança tanto nas transações eletrônicas, quanto na experiência de compra dos clientes. Esse certificado criptografa as informações entre empresa-cliente e vice versa, garantindo que ninguém acesse esse conteúdo. Não investir em um sistema se segurança em seu e-commerce traz diversos riscos, como roubo de informações, modificação da estrutura do site, invasão de recursos do sistema, entre outros dados. É possível obter certificados digitais com diversas emissoras autorizadas pelo governo, como a SerasaCertisign ou outras.

7. Formas de pagamento

Da mesma forma que você define a precificação dos seus produtos, também é importante pensar nas formas de pagamento disponíveis no seu site. Disponibilizar diferentes opções de pagamento pelo seu site, além do cartão de crédito, podem ser o toque que você precisa no seu e-commerce para que as pessoas comprem em seu site e não em outro. Algumas empresas optam pelo boleto, outras pelo PayPal e até mesmo débito automático.

8. Marketing

Assim que você colocar o seu e-commerce no ar, é hora de divulgá-lo e fazer as pessoas saberem que ele existe. Invista em marketing digital, seja por meio de e-mail marketing, anúncios, redes sociais, links patrocinados ou outras ferramentas. Hoje, o marketing digital é a forma mais rápida e barata de fazer o seu negócio chegar até as pessoas certas. Isso porque os consumidores buscam muito na internet procurando por informações antes de efetuar a compra de certos produtos.

9. Logística

Quando começar a vender, você deverá definir como será feito o transporte das mercadorias até os seus clientes. É seu o papel de planejar, executar e controlar o transporte, frete e embalagem para que o produto chegue até o cliente no menor tempo e com a melhor qualidade possível. Além de proporcionar um bom atendimento, ter uma boa logística também fará com que você tenha vantagem competitiva e uma grande fatia de mercado.

10. Legislação

Código de Defesa do Consumidor e o Decreto nº 7.962/2017, mais conhecido como Lei do E-commerce, regem a legislação desse tipo de comércio. O primeiro foi criado muito antes das lojas virtuais existirem, por isso não possui elementos específicos para esse tipo de negócio. Já o segundo, completa as lacunas faltantes no CDC e tem como frentes prioritárias: o atendimento ágil e eficaz; informações claras e visíveis; e o direito ao arrependimento.

11. Abertura de um e-commerce

Todo tipo de atividade, independente do modelo de negócio, deve seguir algumas regulamentações para atuar de forma regular e legal perante o Governo e órgãos regulamentadores. Isso significa que o comércio virtual não está fora disso. Assim como um empreendimento físico, o e-commerce também deve possuir um registro de CNPJ, seguir os procedimentos de registro na Junta Comercial e a liberação na Prefeitura do município onde está sediado o negócio.

Além de passar mais credibilidade para os clientes, possuir um e-commerce regularizado também traz segurança jurídica de que todas as transações estão sendo feitas de acordo com as normas. Por isso, é muito importante cuidar dos processos de abertura de empresado seu e-commerce. O ideal é contratar um contador para auxiliá-lo com todos os procedimentos legais, tributários e financeiros.

 

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